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Terceira mobilização na Praça Kantuta terá como foco a luta por direitos, participação democrática e integração dos povos

Mobilização Continental do Grito dos Excluídos/as 2017 reunirá, em São Paulo, migrantes e brasileiros por trabalho, justiça e vida

Fecha de publicación: 30 septiembre, 2017

Nos países da América Latina, o dia 12 de outubro é oficialmente o feriado nacional de Colombo ou da Hispanidade, em referência à conquista do continente pelos espanhóis no século 15. No entanto, para os povos latinos é uma data de resistência contra a política e economia imperialistas dominantes, que impõem miséria e privação a milhares de pessoas. É dia de luta e militância por direitos sociais, por uma vida digna, solidária e respeitosa, tanto para os seres humanos como para todas as formas de vida. Por isso, em 22 países da América Latina, o feriado é destinado para dar vez e voz ao Grito dos Excluídos/as Continental.

Este ano, a edição brasileira do Grito Excluídos/as Continental, ocorre na Praça Kantuta, em São Paulo, domingo, 15 de outubro, a partir das 15h00. O ato contará com apresentações folclóricas e exposição da obra artística do muralista equatoriano Pavel Égüez, que assina a arte do Grito. Estarão presentes o “Grupo Folklórico Tinkus Wayna Lisos, Atrapasueños, Mistura Popular, Lakitas e Entre Latinos”.

O lema do 3° Grito en la Plaza Kantuta continuará revindicando trabalho, justiça e vida, mas inserido no contexto atual onde o povo está intimidado por golpes políticos, jurídicos e midiáticos, perda de direitos e o surgimento de políticas antipopulares.

As pautas de luta de 2017 são: Por nenhum direito a menos; Por uma integração dos povos; Trabalho, justiça e vida; Contra as reformas trabalhistas e da previdência; Contra o governo ilegitimo e golpista: Fora Temer!; Por democracia participativa: Aqui vivo, aqui voto!

E que vivam os povos da Pátria Grande

O Grito dos Excluídos nasceu em 1995 e em 1999 foi realizado pela primeira vez em mais de 15 países da América Latina e do Caribe. É uma forma de luta dos movimentos sociais e reforça o protagonismo pela transformação da sociedade.
Essa mudança avança sobre as diversas causas de exclusão e sobre a violência e destruição da natureza. A metodologia é a participação ampla, plural e aberta, onde setores sociais se unem por uma causa comum para favorecer a criação de espaços de unidade na diversidade.

Os participantes se envolvem num processo de contribuição coletiva, em que estão presentes movimentos sociais e populares, sindicatos, pastorais, igrejas e mutirões. “O grito quer ser a voz e a vez dos excluídos/as a partir da sua criatividade, ousadia e da simbologia. O importante é o exemplo e as lutas para superar as formas de exclusão”, afirma Luiz Bassegio, coordenador geral do Grito dos Excluídos/as.

Grito dos Excluídos Continental São Paulo 2017
Praça da Kantuta, estação Armênia – Linha 1 Azul do Metrô
Dia 15 de outubro, domingo, a partir das 15h

Informações:
contato@cdhic.org
gritoexcluidos@uol.com.br
cami.pastoraldomigrante@gmail.com

Organização
Grito dos Excluídos/as Continental
CDHIC – Centro de direitos Humanos e Cidadania do Imigrante
PAL – Presença da América Latina
CUT – Central Única dos Trabalhadores
CAMI – Centro de Apoio e Pastoral do Migrante
Feira da Kantuta – Associação Gastronômica Cultural, Folclórica Bolivariana
Padre Bento
Projeto Direitos Sociais e Saúde

Última modificación: 4 de octubre de 2017 a las 16:52
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