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Jornada de Movilización Continental 2016

Escuela de formación del Grito Mesoamericano realiza encuentro en Managua

Fecha de publicación: 25 octubre, 2016

Durante os dias 21 e 23 de outubro militante dos movimentos sociais que integram o Grito dos Excluídos Continental estiveram reunidos em Manágua, Capital da Nicarágua para debater a conjuntura da região e organizar as estratégias de ação para o próximo triênio. Os participantes chegaram de El Salvador, Guatemala, Panamá, Nicarágua, México, Costa Rica e Honduras. Este evento forma parte da Jornada de Mobilização Continental do Grito 2016.

Movimentos sociais da América Central se reúnem em Managua para organizar agenda de luta do Grito dos Excluídos para próximo triênio.

Durante o encontro os participantes tiveram oportunidade para apresentar a conjuntura política, as lutas e os desafios de cada país. Três dos momentos simbólicos marcaram um Grito de Solidariedade: aos movimentos sociais brasileiros que resistem nas ruas e na luta política ao golpe de estado e à tentativa do governo golpista de criminalizar os movimentos sociais e defensores de direitos humanos e seguir com seu programa de congelamento de gastos e redução de direitos sociais; solidariedade ao povo hondurenho que também passou por um golpe de estado e que neste momento enfrenta uma guerra civil não declarada da qual já caiu muitos/as lutadores/as dos movimentos de defesa da terra, dos rios e da soberania; solidariedade a Berta Cáceres, líder indígena assassinada, defensora dos rios, dos agricultores e principalmente contra o sistema capitalista, patriarcal e racista.

Pontos de convergências:

  • Todo o continente está sobre um ataque voraz do sistema capitalista. Durante os últimos anos foram interrompidos de forma sutil e planejada os governos de Honduras, Paraguai e Brasil. Foram colocados no governo empresários de direita como no caso da Argentina e há um ataque sistemático a Bolívia, Venezuela, Equador e à resistente Cuba.
  • Estes governos de direita têm em comum a abertura para as empresas transnacionais, o estancamento das inciativas populares, a flexibilização de direitos e redução de gastos em programas sociais.
  • Os imigrantes, os pequenos agricultores, os indígenas, as mulheres, os afrodescendentes e o povo da rua serão os mais prejudicados com a redução de gastos. * Em contraposição a acumulação para os rentistas e banqueiros aumentará.

O processo de construção se fará de forma horizontal e com protagonismos dos excluídos.

Durante o encontro também foi lançada a escola de formação política e definida a agenda formação, sendo o primeiro encontro em Honduras em março de 2017.

Managua, 24 de outubro de 2016

Última modificación: 25 de octubre de 2016 a las 17:01
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